sexta-feira, 24 de outubro de 2008

DATA SUS!!!!!



Mortalidade - Paraíba Óbitos p/Residênc segundo Município : Conceição Período: 2005
Município
Óbitos p/Residênc
Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM Consulte o site da
Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
76
250440 Conceição
76

População Residente - Paraíba População Residente segundo Município Município: Conceição Período: 2005
Município
População Residente
Fontes:
1980, 1991 e 2000: IBGE - Censos Demográficos
1996: IBGE - Contagem Populacional
1981-1990, 1992-1999, 2001-2006: IBGE - Estimativas preliminares para os anos intercensitários dos totais populacionais, estratificadas por idade e sexo pelo MS/SE/Datasus.
2007-2008: IBGE - Estimativas elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento. Coordenação de População e Indicadores Sociais.Veja a
nota técnica para detalhes da metodologia.Consulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
17.156
250440 Conceição
17.156




Mortalidade - Paraíba Óbitos p/Residênc segundo Município Município: Conceição Causa - CID-BR-10: Pneumonia Período: 2005
Município
Óbitos p/Residênc
Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIM Consulte o site da
Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
2
250440 Conceição
2



Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência - Paraíba Internações por Capítulo CID-10 segundo Município Município: Conceição Período: Fev-Jul/2008
Município
CAP 01
CAP 02
CAP 03
CAP 04
CAP 05
Cap 06
Cap 09
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Total
Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)Consulte o site da
Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
129
18
4
7
8
2
37
50
38
4
2
57
43
2
3
2
23
429
250440 Conceição
129
18
4
7
8
2
37
50
38
4
2
57
43
2
3
2
23
429

PESQUISA DATASUS!!!!!!

Mortalidade - Amapá
Óbitos p/Residênc segundo MunicípioMunicípio: TartarugalzinhoPeríodo: 2005
Município
Óbitos p/Residênc

Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIMConsulte o site da
Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
11

160070 Tartarugalzinho
11

População Residente - Amapá
População Resident segundo MunicípioMunicípio: TartarugalzinhoPeríodo: 2005
Município
População Resident

Fontes:
1980, 1991 e 2000: IBGE - Censos Demográficos
1996: IBGE - Contagem Populacional
1981-1990, 1992-1999, 2001-2006: IBGE - Estimativas preliminares para os anos intercensitários dos totais populacionais, estratificadas por idade e sexo pelo MS/SE/Datasus.
2007-2008: IBGE - Estimativas elaboradas no âmbito do Projeto UNFPA/IBGE (BRA/4/P31A) - População e Desenvolvimento. Coordenação de População e Indicadores Sociais.
Veja a
nota técnica para detalhes da metodologia.Consulte o site da Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
8.640

160070 Tartarugalzinho
8.640




Mortalidade - Amapá
Óbitos p/Residênc segundo MunicípioMunicípio: TartarugalzinhoCausa - CID-BR-10: Doenças cerebrovascularesPeríodo: 2005
Município
Óbitos p/Residênc

Fonte: MS/SVS/DASIS - Sistema de Informações sobre Mortalidade - SIMConsulte o site da
Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
1

160070 Tartarugalzinho
1



Morbidade Hospitalar do SUS - por local de residência - Amapá
Internações por Capítulo CID-10 segundo MunicípioMunicípio: TartarugalzinhoPeríodo: Fev-Jul/2008
Município
Cap 01
Cap 02
Cap 03
Cap 04
Cap 09
Cap 10
Cap 11
Cap 14
Cap 15
Cap 18
Cap 19
Cap 21
Total

Fonte: Ministério da Saúde - Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS)Consulte o site da
Secretaria Estadual de Saúde para mais informações.
TOTAL
2
1
1
4
5
2
4
7
28
2
8
2
66
160070 Tartarugalzinho
2
1
1
4
5
2
4
7
28
2
8
2
66
Taxa de mortalidade do município de tartarugalzinho: 1.3
Coeficiente de mortalidade de doenças cerebrovasculares do município de tartarugalzinho :
0,0083

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

TABAGISMO X GRAVIDEZ

"O tabagismo tem sido considerado e comprovado como um grande fator de risco para problemas durante a gravidez. Aproximadamente, 25% a 40% das mulheres fumantes que engravidam tentam parar de fumar durante a gravidez. O texto que se segue refere-se a tais questões, expondo resultados de estudos médicos com diferentes grupos de gestantes acompanhadas durante e após a gravidez. A dificuldade em abandonar o vício. Uma luta que necessita de acompanhamento médico e psicológico".

Abandonar o Tabagismo, Uma Tarefa Difícil

Num estudo feito com gestantes da Nova Escócia desenvolvido pela Dra. Susan A. Kirkland do Departamento de Saúde Pública e Epidemiologia da Faculdade de Medicina da Universidade de Halifax, acompanhou-se cerca de 8.500 mulheres durante a gravidez, registrando-se a presença de tabagismo, quantidade de cigarros consumidos por dia e época de utilização dos mesmos durante a gravidez. O objetivo do estudo foi documentar o comportamento das mulheres em relação ao hábito juntamente com a gravidez.

Dentre todas as mulheres, 69% continuaram fumando durante a gravidez, 8,4% estavam fumando na primeira consulta de pré-natal, mas pararam de fumar por volta da época do parto. Cerca de 13% cessaram o hábito antes mesmo da primeira consulta de pré-natal e não voltaram nem no final da gravidez. Entretanto, estima-se que cerca de 25% das mulheres não relataram a verdade sobre seu hábito o que torna tal avaliação de difícil controle. Cerca de 21% das fumantes conseguiram abstinência quando na época do parto o que foi uma estimativa menor do que a esperada através dos números de abstinência antes da primeira consulta.

Recém-Nascidos com Baixo Peso ao Nascer

Um outro estudo realizado pelo Dr. Lieberman E. e colaboradores da Faculdade de Medicina de Harvard, tentou demonstrar não só a associação do tabagismo com o baixo peso ao nascimento, mas também em qual época da gravidez, essa exposição irá refletir com maior gravidade no peso final do bebê.

Assim sendo, foram divididos vários grupos de gestantes de acordo com o hábito tabágico: não fumantes; fumantes durante toda a gravidez; fumantes durante somente o primeiro trimestre; fumantes durante o primeiro e segundo trimestres; fumantes durante os segundo e terceiro trimestres ou fumantes somente no terceiro trimestre.

As mulheres que pararam de fumar antes do terceiro trimestre não tiveram o risco aumentado de terem seus filhos com baixo peso ao nascimento quando comparadas com as mulheres não fumantes. Aquelas mulheres que fumaram durante os segundo e/ou terceiro trimestres tiveram um risco igual àquelas que fumaram durante toda a gravidez. Outro fator de importância foi que o risco aumentou de acordo com o número de cigarros fumados no terceiro trimestre. Assim sendo, é durante o terceiro trimestre, a fase onde o fumo mais atua como fator de diminuição do desenvolvimento fetal. Isso possibilita uma ampla abordagem a nível de acompanhamento pré-natal no intuito de se tentar a abstinência pelo menos no último trimestre. Mesmo assim, os programas não podem se restringir ao aconselhamento sobre a abstinência somente nessa fase da gravidez.

Parto Pré-Maturo

Outro efeito importante do cigarro na gravidez é o aumento do risco de parto antes da hora, ou seja, o bebê nasce sem estar ainda completamente desenvolvido, o que pode levar a graves complicações, principalmente respiratórias.

Um estudo realizado pelo Dr. Mainous AG e colaboradores, da Universidade de Kentucky - EUA, observou a influência do cigarro no parto pré-maturo. O objetivo foi a verificação de diferentes momentos de abstinência durante a gestação e a incidência de partos pré-termo. O estudo avaliou quase 5.000 mulheres. Os aspectos avaliados foram às características do hábito tabágico, o índice de partos pré-termo e baixo peso ao nascimento. As mulheres que não fumaram durante a gravidez tiveram um risco baixo de evoluir com um trabalho de parto prematuro ou um recém-nascido com baixo peso ao nascer (risco de 5,9% contra 8,2%).

Uma associação significante ocorreu entre as fumantes e os riscos citados. Quando comparadas as gestantes que fumaram somente no primeiro trimestre com aquelas que fumaram durante toda a gravidez, as primeiras tiveram um menor risco de baixo peso ao nascer e parto pré-termo (7% contra 9%). Por isso, novamente foi demonstrado a melhora dos padrões de complicações gestacionais naquelas mulheres que deixam o cigarro ainda no primeiro trimestre de gestação.

O Papel do Aconselhamento

Uma intervenção comportamental através de um aconselhamento pré-natal demonstrou ser essa uma boa ferramenta na diminuição do índice de tabagismo em gestantes em um estudo realizado pelo Dr. Mullen PD e colaboradores, da Escola de Saúde Pública da Universidade do Texas - EUA. De acordo com esse programa realizado, as gestantes devem ter um acompanhamento personalizado para que informações e conselhos possam ser dados dentro de uma relação de confiança e troca mútua. A comparação de diversos programas desse tipo demonstrou um ótimo aproveitamento, com um índice de abstinência de 70% na população submetida aos programas.

Conclusão

Mais uma vez, está demonstrada a imensa importância do acompanhamento pré-natal. Já fundamentado há vários anos e cada vez mais rico em exames preventivos, esse acompanhamento é a única forma segura de se garantir uma gravidez mais saudável e praticamente isenta de complicações tão trágicas como a morte fetal, a perda do útero e até o óbito materno.

Além dos aspectos biológicos envolvidos como a prevenção de infecções, diabetes gestacional, hipertensão gestacional, dentre outras, a consulta de pré-natal é antes de tudo, um espaço para que a gestante possa expor suas dúvidas, suas angústias, medos, desejos e fantasias que tantas vezes podem levar a quadros de ansiedade e depressão, facilmente acalmados com uma orientação e um esclarecimento de um profissional capacitado para tal. Muitas vezes, o cigarro pode estar justamente sendo utilizado com o intuito de diminuir tais ansiedades. Um bom aconselhamento, que pode ser feito ao longo de toda gravidez, pode dessa forma, diminuir também mais esse importante fator de risco, visto que a abstinência do cigarro no terceiro trimestre já pode ser, de alguma forma, considerada como uma vitória, naquelas pacientes que têm um vício muito difícil de ser tratado.
http://boasaude.uol.com.br/lib/ShowDoc.cfm?LibDocID=3785&ReturnCatID=1784